sexta-feira, 2 de maio de 2014

Graham Greene

Henry Graham Greene (Berkhamsted, 2 de outubro de 1904 – Vevey, 3 de abril de 1991) mais conhecido como Graham Greene, foi um escritor inglês, com uma obra composta de romances, contos, peças teatrais e críticas literárias e de cinema. Formou-se na Universidade de Oxford, e começou sua carreira como jornalista, trabalhando como repórter e subeditor do The Times. Publicou cerca de 60 romances. 

Durante a Segunda Guerra Mundial, de 1941 a 1943, trabalhou para o governo inglês no departamento de relações externas, dirigindo um escritório em Freetown, Serra Leoa. Muitos de seus romances, a partir de então, tiveram como tema ou pano de fundo a espionagem. Seu primeiro livro de sucesso foi O Expresso do Oriente (1932). Outras obras: O Poder e a Glória (1940), Nosso Homem em Havana (1958) e O Fator Humano (1978). 

Muitas de suas obras foram transformadas em filmes. Suas obras falam muito de situações políticas de países pouco conhecidos e aos quais viajava frequentemente, como Cuba e Haiti. Outra temática frequente em sua obra é a religião. Tendo se convertido ao catolicismo em 1926, os dilemas morais e espirituais de sua época eram representados através de suas personagens. 

Graham Greene era considerado o maior 'escritor católico' da Grã-Bretanha, apesar de sua resistência em ser retratado dessa maneira. Em 1937 Greene era colaborador da revista Night and Day e escreveu uma reportagem sobre a atriz Shirley Temple afirmando que a rapariga, então com oito anos, era o centro das atenções no estúdio de homens de meia idade. Estas declarações valeram-lhe um processo em tribunal tendo o escritor se refugiado no México, país que não permitia a extradição, o que o impediu de ser preso.

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